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	<title>Social no Jornalismo &#187; Vale a Pena</title>
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	<description>editor: Arthur Conceição</description>
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		<title>site de fotos  COTIDIANAS</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 00:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
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		<description><![CDATA[      WWW.CABULOSO.COM.BR]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1467" title="logo" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo.jpg" alt="logo" width="294" height="100" /></a></p>
<p> </p>
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<p><a href="http://www.CABULOSO.COM.BR">WWW.CABULOSO.COM.BR</a></p>
<p><a href="http://www.cabuloso.com/" target="_blank"><img title="Cabuloso.com" src="http://www.cabuloso.com/cabuloso120.gif" alt="Cabuloso.com" /></a></p>
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		<title>Trem poderá ligar Londrina a Maringá, podendo chegar até Apucarana</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[O diretor do Departamento de Relações Institucionais da Secretaria de Política Nacional de Transportes (SPNT) do Ministério dos Transportes, Afonso Carneiro Filho, coordenador do programa de implantação de trens regionais de passageiros, afirmou esta semana, em Maringá, que a reunião com a Ferroeste, universidades estaduais e prefeitos da região ¨vai dar desdobramentos positivos¨ para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor do Departamento de Relações Institucionais da Secretaria de Política Nacional de Transportes (SPNT) do Ministério dos Transportes, Afonso Carneiro Filho, coordenador do programa de implantação de trens regionais de passageiros, afirmou esta semana, em Maringá, que a reunião com a Ferroeste, universidades estaduais e prefeitos da região ¨vai dar desdobramentos positivos¨ para a retomada do trem de passageiros em treze municípios do eixo ferroviário Londrina-Maringá. ¨A reunião foi muito importante porque mostrou que há um alinhamento forte do Governo do Estado, prefeituras, universidades e Ferroeste¨, disse ele, ¨e com a coordenação do Samuel Gomes, a pedido governador Roberto Requião¨.<span id="more-1068"></span></p>
<p>Segundo Gomes, o projeto do trem regional de passageiros vai avançar com a elaboração de um estudo de viabilidade, conforme orientação do diretor do SPNT, e a atualização de um convênio entre o Ministério dos Transportes e o Governo Federal, através da Ferroeste e das universidades de Londrina (UEL) e Maringá (UEM). O ministério vai encaminhar para a Ferroeste e os municípios envolvidos no projeto o Termo de Referência do estudo que está pronto para receber as contribuições da região. ¨Há recursos do Governo Federal para o projeto que poderão ser complementados¨. Adiantou Gomes. Segundo ele, a adesão das universidades vai ajudar a otimizar os recursos disponíveis para os estudos. ¨Certamente sem as universidades seria muito mais caro¨, disse. ¨Não tenho dúvida de que o processo iniciado hoje concretizará este trem¨. A cidade de Apucarana está revindicando que as linhas tenham extensão até a cidade prevendo um crescimento maior para o municipio para os próximos 20 anos. A comunidade empresarial ainda não se mobilizou quanto a questão.<br />
O prefeito de Maringá, Sílvio Barros, afirmou que o rebaixamento da linha férrea na região central preparou a cidade para o trem de passageiros. ¨A situação urbana é muito boa porque ficou espaço para implantar a linha de passageiros junto com o trem de carga¨, disse. No estudo do BNDES, o eixo ferroviário Maringá-Londrina está em segundo lugar no ranking de viabilidade sócio-econômica da implantação do projeto entre quinze trajetos em várias partes do país. O presidente da Urbamar, órgão gestor do urbanismo em Maringá, Fernando Camargo, considerou a reunião de ¨fundamental importância e um passo importante junto ao Governo Federal¨.<br />
REUNIÃO &#8211; A reativação do trem de passageiros Londrina-Maringá, discutida ontem na Universidade Estadual (UEM), ¨é um sonho muito antigo¨, disse hoje em Curitiba o secretário do Planejamento, Enio Verri. ¨Acredito que a retomada desse debate e, em especial, a efetivação desse projeto para a nossa região ,vai fazer uma grande diferença para o desenvolvimento turístico, que é muito importante, mas também na geração de empregos e na criação de novas oportunidades de investimentos não só para Maringá e Londrina, mas também para os 13 municípios que vão serão beneficiados”, afirma o secretário.<br />
¨Na época que fui secretário municipal da Fazenda em Maringá, no período 2000 a 2004, começamos esse debate, junto com os municípios que compõem a região que seria atingida pelo tráfego ferroviário¨, lembra Verri. ¨Tínhamos os estudos do BNDES e tivemos uma atenção especial do Codem- Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá, e nós já julgávamos que o projeto iria dinamizar muito a economia de toda essa região¨.<br />
O presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, informou que a partir da reunião desta quarta-feira, em Maringá, será formado um grupo de estudos para desenvolver o projeto, suas metas e a demanda de passageiros a partir da mobilidade existente nas regiões conurbadas de Maringá, Londrina e comunidades existentes entre as duas cidades-pólo. ¨Estamos inseridos numa política nacional de retorno dos trens regionais de passageiros e nossa expectativa é de que o estudo fique pronto em seis meses¨, disse Gomes.<br />
De acordo com Samuel Gomes, o ponto de partida será o estudo feito pela COPPE/UFRJ a pedido do BNDES em 2000. Pelo projeto original, o trem pé-vermelho percorrerá treze municípios, numa extensão de 125 quilômetros..¨Vamos atualizar o projeto¨, explica o dirigente da ferrovia, ¨será praticamente um novo estudo¨. Gomes acredita que num primeiro momento a linha de passageiros utilizará a ferrovia existente de cargas. ¨Dependendo da demanda do transporte de cargas haverá um espaço maior ou menor para o transporte de passageiros¨, esclarece.</p>
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		<title>Brasil é o terceiro país com maior índice de câncer bucal no mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 20:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele ainda não tem muito espaço na mídia e nas campanhas de saúde pública no Brasil, mas o câncer de boca, pode ser quase considerado um problema de saúde pública no país. Consideram-se como câncer de boca (cavidade oral) as seguintes estruturas: lábios, gengivas, mucosa oral, língua e assoalho de boca. Além delas, existem outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ele ainda não tem muito espaço na mídia e nas campanhas de saúde pública no Brasil, mas o câncer de boca, pode ser quase considerado um problema de saúde pública no país. Consideram-se como câncer de boca (cavidade oral) as seguintes estruturas: lábios, gengivas, mucosa oral, língua e assoalho de boca. Além delas, existem outras neoplasias de cabeça e pescoço, como na cavidade nasal, seios paranasais, rinofaringe, orofaringe, hipofaringe, laringe e cordas vocais.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é o terceiro país no mundo com maior incidência desse tipo de tumor, perdendo, por exemplo, para a Índia. O câncer bucal é pouco conhecido pela população geral e, geralmente, seu diagnóstico é tardio, como explica o oncologista clínico Julio Cesar Figueira, do Centro de Excelência em Tratamento Oncológico – Neo Saúde, em Curitiba (PR). “Hoje no Brasil, esse tipo de neoplasia ocupa 8ª posição entre os homens e a 9ª entre as mulheres, muito devido à associação do fumo e do álcool, como também pela despreocupação das pessoas aos sintomas iniciais de uma possível doença”, explica o oncologista.<span id="more-993"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No Paraná, por exemplo, a estimativa de incidência de câncer de cavidade oral para 2008-2009 feita pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) é de 15,41 casos novos para cada 100 mil habitantes/ano; e 3,94 casos novos entre as mulheres para cada 100 mil habitantes/ano. Com esses dados, podemos observar uma incidência significativamente menor em mulheres. “Esse é um tipo de câncer que envolve muito mais a população masculina, predominando em classes sociais e econômicas desprivilegiadas, associado ao hábito do fumo e ou álcool, combinados a um menor cuidado com higiene bucal e difícil acesso à assistência médica. Porém, não se pode criar um preconceito, a doença não é exclusiva de classes desfavorecidas e, também, existe uma parcela de casos relacionados ao HPV (Papiloma Vírus Humano) – especialmente o sub-tipo 16. Quem não se previne e não procura o tratamento médico adequado corre risco de ter maiores complicações relacionadas ao câncer”, explica o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o país, nos últimos anos, os casos aumentaram para 11 mil a cada 100 mil habitantes. Para o oncologista Julio Cesar Figueira, o importante é prevenir e buscar atendimento médico ao detectar os primeiros sintomas. “Dor, feridas na boca, sangramento, caroços no pescoço, dores de ouvido constantes, dificuldades na mastigação e para engolir merecem atenção e tratamento adequado”, destaca. Os profissionais que deveriam ser procurados nestas circunstâncias seriam: clínico geral, oncologista clínico, cirurgião oncológico, cirurgião de cabeça e pescoço, otorrinolaringologista e odontólogo com conhecimento nas áreas (estomatologia).</p>
<p style="text-align: justify;">O médico avalia a importância das campanhas de saúde pública para a prevenção da doença. “É necessário que a população recebe educação em saúde direcionada para a observação dos sintomas de alerta, bem como o reconhecimento dos hábitos de vida de risco. Por outro lado, há necessidade de um esforço dos órgãos de saúde pública para que ocorra busca ativa de casos novos com diagnóstico mais precoce, já que o tratamento torna-se mais curativo”, diz o médico. A doença nos estadios clínicos III e IV (mais avançados), torna-se mais difícil e demorado de tratar e com menores chances de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Julio Cesar Figueira destaca que o câncer bucal tem cura quando diagnosticado no início. “Nos estágios iniciais, muitos casos são resolvidos com uma cirurgia inicial e medicamentos adequados. Após, com o passar do tempo, nos casos mais adiantados é preciso, além da cirurgia, um tratamento à base de radioterapia e quimioterapia”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro perigo da doença, é que este tipo de câncer pode estar associado a outras neoplasias do trato aerodigestivo superior. “Se diagnosticado no início, as chances de cura podem ser maiores que 90%. Se não tratado, este é um tipo de câncer que gera deformidade na região da cabeça e pescoço, dificultando a capacidade de engolir, falar e/ou respirar, além do impacto estético-social gerado”, frisa o oncologista.</p>
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		<title>Arte e inserção social em baixo de uma lona de circo: um  aprendizado jamais esquecido</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 20:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Arthur Conceição  Próximo da Rua da Cidadania, no Bairro Fazendinha, uma paisagem nada típica para um bairro com muitos problemas sociais, quando é possível avistar com facilidade uma lona colorida estendida num terreno da prefeitura de Curitiba. É um projeto do município batizado de Circo da Cidade para crianças do Programa de Erradicação ao Trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;"><strong><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/il_circo_main.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-537" title="il_circo_main" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/il_circo_main.jpg" alt="il_circo_main" width="280" height="325" /></a>Por Arthur Conceição</strong> </span></span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;">Próximo da Rua da Cidadania, no Bairro Fazendinha, uma paisagem nada típica para um bairro com muitos problemas sociais, quando é possível avistar com facilidade uma lona colorida estendida num terreno da prefeitura de Curitiba. É um projeto do município batizado de Circo da Cidade para crianças do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (PETI) ou em situação de vulnerabilidade social, atendidas pelos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) da Prefeitura de Curitiba. <span id="more-536"></span></span></span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;">Quem passa pelo local vê os trabalhos circenses sendo desenvolvido num cenário tipicamente dos tradicionais e atraentes circos. Nada de animais, porém, movimentado por pura mágia de arte e alegria. Há um ano, quando o projeto foi instalado, a auto-estima das crianças era baixo, agora todas elas andam com a cabeça para &#8220;cima&#8221; e fazem arte pela arte. A violência não é mais expressada na boca delas, e nas suas expressões o que se tem e pura adrenalina transformada em representações artísticas. É um verdadeiro projeto de resgate social, conscientização e disciplina. Não é somente lições de vida que é encontrado no Circo da Cidade, mas muita fraternidade entre instrutores e alunos. O ambiente já é proprício<span style="font-size: small; color: #000000; font-family: Calibri;">, porém,  a</span> energia e a vontade de aprender entre a garotada é inigualável. As atividades <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>oferecem gratuitamente ao longo do ano aulas em período de contraturno, onde os meninos e meninas aprendem a arte do trapézio, de equilíbrio, do monociclo, de malabares e de palhaço, entre outros.</span></span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;">&#8220;O objetivo é oferecer recreação às crianças para que não fiquem nas ruas e permitir que aprendam uma atividade lúdica e bastante divertida&#8221;, diz a coordenadora do programa, Sonia Maria da Conceição, da FAS. As crianças também fazem apresentações para familiares, participantes de outros programas sociais da FAS e alunos da rede de ensino público da região. O Circo da Cidade tem capacidade para atender mais de 200 crianças.</span></span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;"> </span></span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;">Com informações da FAS </span></span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="color: #666666;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
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		<title>Lixo Marinho: você já ouviu falar?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 17:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[*Juliana do Sul  Toda atividade humana gera lixo. Plástico, papel, metal, isopor, vidro, madeira, borracha, enfim, tudo que descartamos quando consideramos que aquele resíduo já não tem mais utilidade. O lixo tem sua a origem no consumo desenfreado pelo qual passa a humanidade. É a chamada &#8220;Era dos Descartáveis&#8221;, que gera um ciclo aparentemente sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/sem-titulo3.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-429" title="sem-titulo3" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/sem-titulo3.bmp" alt="Porto Belo Santa Catarina " /></a>*Juliana do Sul</strong></p>
<p> Toda atividade humana gera lixo. Plástico, papel, metal, isopor, vidro, madeira, borracha, enfim, tudo que descartamos quando consideramos que aquele resíduo já não tem mais utilidade. O lixo tem sua a origem no consumo desenfreado pelo qual passa a humanidade. É a chamada &#8220;Era dos Descartáveis&#8221;, que gera um ciclo aparentemente sem fim, entre comprar, usar e jogar fora. Convivemos com este ciclo e, consequentemente, com o lixo desde crianças. A nossa familiaridade com o lixo faz com que seja difícil entendê-lo no contexto da poluição marinha. <span id="more-428"></span>É fácil perceber. Quando ocorre um derramamento de petróleo, seja na baia da Guanabara, seja em um arquipélago remoto no Oceano Pacífico, somos logo bombardeados com informações pela mídia. Mas, o que acontece quando um amigo seu joga um copinho plástico na praia? Ou quando um desconhecido descarta a bituca de cigarro, do seu lado, naquela praia que você frequenta desde garoto. Nada! Isso não é noticiado. E se, como em um derramamento de petróleo, todos os frequentadores da praia lançam seus resíduos na areia, criando um verdadeiro &#8220;tapete&#8221; de plástico? Isso também não é noticiado. Mas acontece sempre, todos os dias, ao redor do planeta. Muitas vezes, nós usuários da praia, não percebemos. Ou fingimos não ver.<br />
A partir desta abordagem inicial fica fácil definir o lixo marinho.</p>
<p> Este constitui todo aquele resíduo sólido (o lixo que nós produzimos) que chega aos ambientes costeiro e marinho por qualquer fonte. As fontes são usualmente definidas como fontes baseadas em terra (usuários de praias, rios, sistemas de drenagem de esgotos, entre outros) e fontes baseadas no mar (navios, barcos de pesca, plataformas de exploração de petróleo). As consequências diretas da presença de lixo marinho são a perda da qualidade estética, gastos exorbitantes com limpezas públicas, diminuição do turismo, danos a embarcações e barcos de pesca, diminuição dos estoques pesqueiros, ingestão e emaranhamento pela biota marinha, entre outros. São problemas ambientais e humanos que se cruzam e com certeza não há beneficiados.</p>
<p> </p>
<p>Diversos aspectos relacionados à presença do lixo no ambiente vêm sendo estudados por pesquisadores em todo mundo, inclusive no Brasil, desde a década de 1970. Este problema vem sendo cada vez mais documentado, ganhando destaque em revistas científicas internacionais como a Nature e a Science. Os plásticos, que constituem entre 60-80% do lixo marinho, são atualmente considerados como um dos cinco principais problemas de poluição marinha, juntamente com hidrocarbonetos de petróleo, água de lastro, eutrofização e outros.</p>
<p> </p>
<p>Em uma parceria entre o EcoDesenvolvimento.org e a Associação Praia Local Lixo Global (Global Garbage), diversos especialistas que vêm estudando o tema lixo marinho em diferentes Estados brasileiros e com diferentes enfoques apresentarão em uma coluna mensal suas opiniões e vivencias relacionadas ao tema. Diferentes aspectos serão abordados, dando ao leitor a oportunidade de conhecer mais sobre assuntos relevantes relacionados à poluição por lixo marinho.</p>
<p> </p>
<p>Acreditamos fortemente que a disseminação destas opiniões e conceitos junto à sociedade pode sim interferir positivamente na mudança de atitude de cada um, somando esforços na busca de soluções para o problema do lixo marinho. Assim, convidamos todos à leitura, e deixamos aqui um ensinamento: que nas praias do nosso planeta, os únicos resíduos sejam os castelos de areia!</p>
<p><strong>* Coordenadora Científica Projeto Lixo Marinho. Associação Praia Local lixo Global<br />
 <br />
</strong></p>
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		<title>Chama a Polícia!</title>
		<link>http://www.socialnojornalismo.com.br/chama-a-policia/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 18:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[*Por Arthur Conceição Artigo Não temos nada de diferente em nossas polícias. Elas continuam violentas como no tempo da ditadura na década de 1960. Estamos presenciando, nos últimos dias, atitudes de nossas polícias militares que chocam o Brasil em pleno regime democrático, como o tratamento dado no seqüestro em Santo André e a violência da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>*Por Arthur Conceição</strong></p>
<p><strong>Artigo </strong></p>
<p>Não temos nada de diferente em nossas polícias. Elas continuam violentas como no tempo da ditadura na década de 1960. Estamos presenciando, nos últimos dias, atitudes de nossas polícias militares que chocam o Brasil em pleno regime democrático, como o tratamento dado no seqüestro em Santo André e a violência da greve contra os policiais civis em São Paulo. Temos ainda um polícia militar totalmente arraigada a valores das Forças Aramadas, que lidam com a criminalidade como se fosse uma guerra constante de inimigos. Os acontecimentos de ações criminosas no seio da sociedade civil não podem ser tratados como fatos isolados, com ataques mediatos, iguais às táticas de guerra.  Não podemos mais aceitar uma militarização das polícias estaduais em relação ao novo conceito de criação de polícias democráticas.<span id="more-297"></span><br />
            As transformações sociais, políticas e econômicas das últimas duas décadas brasileiras, levaram a sociedade a ter uma maior preocupação por uma polícia mais eficaz. Entretanto, atualmente, as políticas de segurança pública se pautam por respostas imediatas, sem grandes transformações das instituições policiais, que mantêm o mesmo conceito organizacional do passado.  A militarização das polícias apresenta-se, desse modo, desorganizada e não responde mais às necessidades da sociedade, apresentando-se como uma organização extremamente violenta, que não leva em conta a urgência de uma política capaz de consolidar um Estado Democrático. Na atualidade, a questão da segurança e da tecnologia deve andar junta nas atividades de trabalho realizadas pelos agentes policiais.<br />
            Hoje todo e qualquer policial militar está regido pelo Regulamento Disciplinar do Exército (RDE), que é a mesma lei que disciplina soldados e oficiais das Forças Armadas brasileiras. Temos de levar em conta que os treinamentos são quase os mesmos. Portanto, transformamos indivíduos aptos a lutar na guerra e não no combate à criminalidade urbana. Isto é, os militares do Exército ficam aquartelados e os policiais militares são desaquartelados e mantêm um contato diário com civis. Aí está o grande problema na conduta do agente policial quanto ao seu conceito militar. O resultado deste coquetel pedagógico não serve para as atividades policiais. Num olhar mais crítico, o Exército se modernizou para a nova conjuntura global, mas as polícias militares no Brasil mantiveram as mesmas atitudes de um período muito distante, qual estão perdendo o bonde da história.<br />
            A média de morte pela polícia militar do Rio de Janeiro é de três pessoas por dia. Não temos uma política geral de uma organização policial, como financiamento de armas não letais, por parte do governo federal. Até hoje só tivemos um investimento para os jogos Pan-Americano no Rio de Janeiro, por exigência internacional. Hoje no mercado tem equipamentos modernos, como a arma Stinger, que tem mira a laser e dispara dardos elétricos que podem paralisar os movimentos de uma pessoa. Há também o gel escorregante, que acaba com motins, fazendo com que os amotinados não consigam ficar em pé e possam levar choque. O Active Denail System é outro dispositivo que causa forte sensação de calor em uma pessoa ou multidão. Precisa ter uma preocupação em formar polícias menos truculentas e mais inteligentes. Vem acontecendo lentamente uma ampla reforma nacional nos currículos policiais, sob a coordenação do Ministério da Justiça via Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). No novo currículo, os agentes aprendem conceitos e aplicações sobre o uso legal da força, com maior ênfase nas disciplinas “técnicas de policiamento”, “direitos humanos” e “defesa pessoal”. Mas nada disso adianta se os velhos valores fazem parte das atitudes policiais. E necessário uma modernização institucional da estrutura policial.<br />
            Temos um resultado nada feliz para a população que exige uma segurança pública de qualidade. Atualmente, somente 10% dos homicídios ocorridos nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro têm resultado na Justiça, segundo o relatório divulgado no dia 16 de setembro de 2008 pela Organização das Nações Unidas.  De forma urgente precisamos de uma força estadual de segurança única, sem que haja repartições de força entre militar e civil. É necessária uma reforma completa na nossa política criminal, começando pelas polícias e atacando o judiciário. Devemos começar a mudar a mentalidade dos juízes e promotores, como mudanças bruscas na política criminal. Estamos todos desconectados com a verdadeira situação. E a polícia é uma das piores delas. E preciso tratar esse assunto com mais franqueza para podermos almejar um nível de paz social civilizado e demonstrar que a pobreza não é a principal causa da violência.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>*Arthur Conceição – Cientista Político, jornalista</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong></strong></p>
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		<title>Maior feira de soluções ambientais acontece em São Paulo no mês de junho</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 19:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior feira de soluções ambientais a Ambiental Expo é o evento mais abrangente da América Latina cobrindo os setores de Saneamento, Ar, Solo, Ruído, Resíduos e Energia. O encontro acontecerá entre os dias 30 de junho a 02 de julho de 2009, em São Paulo no Anhembi. A iniciativa foi Lançada pela Reed Exhibitions [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior feira de soluções ambientais a Ambiental Expo é o evento mais abrangente da América Latina c<a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/header_pt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-273" title="header_pt" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/header_pt.jpg" alt="header_pt" width="281" height="205" /></a>obrindo os setores de Saneamento, Ar, Solo, Ruído, Resíduos e Energia. O encontro acontecerá entre os dias 30 de junho a 02 de julho de 2009, em São Paulo no Anhembi. A iniciativa foi Lançada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado em parceria com a ABDIB &#8211; Associação Brasileira de Infra Estrutura e Indústrias de Base, que tem por objetivo estimular e divulgar ações como parte integrante da estratégia  para o desenvolvimento ecologicamante correto  no País, no intuito de desenvolver negócios para empresas e governos. <span id="more-272"></span></p>
<p>A feira foi inspirada na Pollutec, maior evento do mundo realizado na França, e apresenta tecnologias, equipamentos, soluções, inovações e sistemas para tratamento, monitoramento, correção e prevenção em todos os setores da economia.</p>
<p> </p>
<p>Serviço:</p>
<p>Data e Horário: 30 de Junho a 02 de Julho de 2009 &#8211; das 13h às 20h<br />
Local: Pavilhão do Anhembi, situado na Av. Olavo Fontoura, 1209 &#8211; São Paulo<br />
Periodicidade: Anual<br />
Área de exposição: 11.000 m²<br />
Número de expositores: 90 empresas<br />
Data e Horário: 30 de Junho a 02 de Julho de 2009 &#8211; das 13h às 20h<br />
Local: Pavilhão do Anhembi, situado na Av. Olavo Fontoura, 1209 &#8211; São Paulo<br />
Periodicidade: Anual<br />
Área de exposição: 11.000 m²<br />
Número de expositores: 90 empresas</p>
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		<title>Mudança no Código Florestal causa polêmica entre ambientalistas e políticos</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 21:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[A mudança do Código Florestal está numa disputa acirrada entre ambientalistas e politicos. Segundo os ambientalistas a mudança precisa estar voltado ao desenvolvimento sustentável, qual serve para amenizar os efeitos negativos das mudanças climáticas. Um exemplo contrário a mudança é a proposta de redução de áreas de preservação permanente em favor do aumento de áreas agricultáveis. “A natureza está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/estrada-com-arvore-de-pinus-ricardo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-238" title="estrada-com-arvore-de-pinus-ricardo" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/estrada-com-arvore-de-pinus-ricardo-300x225.jpg" alt="estrada-com-arvore-de-pinus-ricardo" width="300" height="225" /></a>A mudança do Código Florestal está numa disputa acirrada entre ambientalistas e politicos. Segundo os ambientalistas a mudança precisa estar voltado ao desenvolvimento sustentável, qual serve para amenizar os efeitos negativos das mudanças climáticas. Um exemplo contrário a mudança é a proposta de redução de áreas de preservação permanente em favor do aumento de áreas agricultáveis. “A natureza está nos dando sinais claros de desequilíbrios, com temperaturas mais elevadas que o normal, secas fora de época em algumas regiões e o excesso de chuva em outras, e a ocorrência de ciclones e os furacões extratropicais. Há muitas pesquisas que nos levam a acreditar que essas alterações já são resultado das mudanças climáticas globais. Nossas ações precisam caminhar para minimizar esses efeitos negativos”, afirma a gerente de Projetos Ambientais da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, Leide Takahashi.</p>
<p><span id="more-237"></span><br />
A favor as novas proposta do código está o deputado do Paraná Reinhold Stephanes Junior(PMDB), filho do  ministro da agricultura, qual defende um maior desenvolvimento para áreas agriculturável. “ As  áreas de preservação permanente, cujo tamanho varia de acordo com as condições de cada propriedade, o agricultor ou pecuarista é obrigado a deixar intocado, ou – como é na grande maioria dos casos – restaurar a mata nativa em 20% de sua propriedade. É o que manda o artigo primeiro do Código Florestal.Desta forma, a maioria das propriedades está obrigada a ter esterilizada para a produção 30, 40, 50% ou mais de sua área.Trata-se, portanto, de um contrassenso numa região de vocação agrícola como o Sul do país. Trata-se, igualmente, de uma grave injustiça contra produtores rurais, obrigados a reduzir a sua área de produção e, portanto, reduzir a sua renda” destaca o deputado.<br />
Segundo o argumento dos conservacionistas como da Fundação Boticário e SPVS – Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental, criticam que o aumento das agricultáveis trará muitos prejuízos que benefícios, a médio e longo prazo. “Existem outras alternativas para aumentar a produtividade agrícola, como melhorar o material genético, incrementar as práticas de manejo, agregar valor ao produto e rever a cadeia de valor. Qualquer ganho com o aumento de áreas de produção em detrimento da área natural será localizado. Os danos ambientais, ao contrário, serão coletivos”, avalia a ambientalista Takashi.<br />
Segundo a avaliação das Ongs a preservação permanente ao longo das margens dos rios, e que garante uma certa qualidade da água. Segundo o geólogo e ambientalista João José Bigarella, professor emérito da Universidade Federal do Paraná, &#8221; quanto maior devastação se diminuirá mais a água no lençol freático e consequentemente haverá um maior assoreamento dos rios&#8221;destaca. Ainda indignado o professor expõem, “sem uma margem verde nos rio conforme trata a legislação água fica suja, pois recebe grande quantidade de terra e outros sedimentos elevando o tratamento da água. Se  não respeitam a legislação hoje imagina se flexibilizar a mesma”, destaca o professor. Os ambientalista esperam que os países que participarem da 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece em dezembro na Dinamarca, assinem um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. As regras definidas nesse acordo entrarão em vigor em 2012. Nesse sentido o código florestal deverá estar consoante com a cordo que o Brasil também será signatário.</p>
<p>Por Arthur Conceição</p>
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		<title>Pescadora ganha indenização por dano resultante de explosão de navio no Porto de Paranaguá</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 19:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>

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		<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou a operadora Cattalini Terminais Portuários a pagar indenização por danos materiais e morais a uma pescadora em razão dos danos sofridos com a explosão do navio Vicunã, ocorrido em novembro de 2004, no píer da empresa, no Porto de Paranaguá-PR. A condenação da empresa se deu em um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235" class="wp-caption alignleft" style="width: 650px"><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/vicuna121.jpg"><img class="size-full wp-image-235" title="vicuna121" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/vicuna121.jpg" alt="Navio Vicnua após a explosão em 2004" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Navio Vicnua após a explosão em 2004</p></div>
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou a operadora Cattalini Terminais Portuários a pagar indenização por danos materiais e morais a uma pescadora em razão dos danos sofridos com a explosão do navio Vicunã, ocorrido em novembro de 2004, no píer da empresa, no Porto de Paranaguá-PR. A condenação da empresa se deu em um dos recursos trazidos ao STJ. Milhares de pescadores na região questionam na Justiça o pagamento de indenização em decorrência da interrupção da pesca no local.<a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/05/vicuna12.jpg"></a><span id="more-231"></span></p>
<p>A Terceira Turma do STJ fixou indenização por danos materiais em 50% de um total de 100% que caberia também à empresa chilena Sociedad Navieira Ultragás, valor a ser apurado em primeira instância, e indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil. Ambas as empresas respondiam pelo acidente. A Ultragás, dona do navio, fez um acordo com os pescadores comprometendo-se a pagar R$ 713,00 de indenização.</p>
<p>A pescadora ingressou no STJ para prosseguir com o pedido de indenização contra a administradora do porto, para que essa pagasse a integralidade do valor remanescente do prejuízo, calculado em cerca de R$ 15 mil. A Terceira Turma decidiu que, na solidariedade passiva, o credor pode exigir de qualquer dos codevedores a dívida comum. Havendo pagamento parcial, todos os codevedores continuam obrigados solidariamente pelo valor remanescente.</p>
<p>No caso em julgamento, porém, a sobrevivência da solidariedade não foi possível por conta do acordo realizado, pois restou como devedora apenas a empresa administradora, que ficou responsável por metade da obrigação de indenizar. A tese de que a administradora deveria responder pela integralidade do valor remanescente da dívida, segundo a relatora, ministra Nancy Andrighi, burla o acordo firmado entre pescadores e a Ultragás, já que a administradora poderia exigir desta a sua cota na obrigação, apesar de, nos termos do acordo, já ter obtido a quitação do débito.</p>
<p>O navio que sofreu a explosão vinha de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e tinha como destino a cidade de Campana, na Argentina. Ele chegou ao terminal de produtos inflamáveis no Porto de Paranaguá com 14 milhões de litros de metanol. A empresa Cattalini Terminais Marítimos realizava o desembarque do material, por volta das 19h30, quando ocorreu o acidente. A Terceira Turma do STJ tirou de pauta, no último dia 22, um recurso sobre o mesmo tema (Resp 1095696/PR) por conta da informação de que pescadores teriam feito acordo também com a administradora do porto.</p>
<p>Fonte: STJ</p>
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		<title>Deputado italiano conhece programas ambientais do Governo do Paraná</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 22:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vale a Pena]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[O parlamentar italiano Domenico Scilipoti &#8211; que conheceu iniciativas como os programas Mata Ciliar, Paraná Biodiversidade e Desperdício Zero – é membro da Comissão Parlamentar do Meio Ambiente, Território e Serviço Público O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, apresentou, nessa quinta-feira (27), ao deputado italiano Domenico Scilipoti, os principais programas ambientais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/04/deputado-domenico-da-secretaria.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-88" title="deputado-domenico-da-secretaria" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2009/04/deputado-domenico-da-secretaria-300x225.jpg" alt="deputado-domenico-da-secretaria" width="300" height="225" /></a>O parlamentar italiano Domenico Scilipoti &#8211; que conheceu iniciativas como os programas Mata Ciliar, Paraná Biodiversidade e Desperdício Zero – é membro da Comissão Parlamentar do Meio Ambiente, Território e Serviço Público</strong></em></p>
<p>O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, apresentou, nessa quinta-feira (27), ao deputado italiano Domenico Scilipoti, os principais programas ambientais desenvolvidos pelo governo do Estado. O parlamentar &#8211; que conheceu iniciativas como os programas Mata Ciliar, Paraná Biodiversidade e Desperdício Zero – é membro da Comissão Parlamentar do Meio Ambiente, Território e Serviço Público e representou outros 50 deputados de seus país que têm interesse nas experiências de proteção à natureza executadas na América Latina.<span id="more-71"></span></p>
<p>Os principais pontos abordados foram políticas de proteção às águas e para fortalecer o compromisso dos grandes geradores de resíduos com a destinação final de seus produtos.</p>
<p>ÁGUAS – Sobre a gestão das águas praticada no Paraná, o secretário Rasca apresentou alguns diferenciais – como a questão da água, no Estado, ser constitucionalmente um bem público; a gestão ambiental adotar a bacia hidrográfica como unidade de planejamento e a criação do Instituto Paranaense das Águas para fiscalizar a utilização deste importante recurso natural.</p>
<p>O Fórum de Águas das Américas, que reuniu representantes de 37 países das Américas e Caribe e foi encerrado no último dia 25 em Foz do Iguaçu, também foi abordado no encontro. Rasca explicou ao deputado que este foi em evento preparatório ao 5o Fórum Mundial das Águas, que será realizado em março de 2009 na Turquia, e aproveitou a oportunidade para convida-lo a participar das discussões no próximo ano. “2009 será o Ano das Águas no Paraná e no mundo. A natureza irá nos integrar, vamos falar a língua da natureza”, afirmou Rasca.</p>
<p>RESÍDUOS &#8211; Também foram apresentadas as iniciativas paranaenses para diminuição do passivo ambiental causado pelos derivados de petróleo, como o plástico. Rasca falou sobre a conscientização do setor supermecadista e consumidores que o programa Desperdício Zero vem promovendo para substituição das sacolas de plástico convencional na boca do caixa.</p>
<p>“Recentemente o deputado Domenico propôs duas novas leis para a substituição de produtos feitos com derivados de petróleo na Itália. Estas discussões poderão auxilia-lo em sua caminhada”, observou. As leis propostas pelo parlamentar tratam de normas de proteção dos consumidores particularmente vulneráveis aos riscos associados ao uso de embalagens de plástico para alimentos e normas sobre o uso de aditivos tóxicos.</p>
<p>Também participaram da reunião o secretário Especial do Governo, Cláudio Xavier; presidente do Conselho Estadual do Meio Ambiente (CEMA), Paulo Roberto Castella; o coordenador de Recursos Hídricos da Ssecretaria, Mauri Pereira; o coordenador do Programa Desperdício Zero, Laerty Dudas; e chefe de Gabinete da Secretaria do Meio Ambiente, Alessandro Panasolo.</p>
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