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	<title>Social no Jornalismo</title>
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	<description>editor: Arthur Conceição</description>
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		<title>Gangues: uma grave ameaça à sociedade</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 02:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se pode deixar cair no esquecimento os graves episódios ocorridos semana passada, no Rio e em São Paulo, relativamente à violência perpetrada por gangues de jovens..
Em tempos de violência urbana extrema as gangues de jovens, algumas inclusive constituídas pelo abominável pressuposto da supremacia racial, preocupam e atemorizam cada vez mais a sociedade em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não se pode deixar cair no esquecimento os graves episódios ocorridos semana passada, no Rio e em São Paulo, relativamente à violência perpetrada por gangues de jovens..</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de violência urbana extrema as gangues de jovens, algumas inclusive constituídas pelo abominável pressuposto da supremacia racial, preocupam e atemorizam cada vez mais a sociedade em que vivemos. Gangue é sinônimo de demonstração de bestialidade, agressividade. vandalismo, selvageria. Muitos dos integrantes dessas gangues, cuja finalidade precípua é a desordem pública e o confronto com grupos rivais, na desobediência de normas de conduta social, aproveitando-se da sensação de encobertamento oferecido pelo grupo (anonimato), onde cometem crimes contra a vida e o patrimônio, são os mesmos que compõem algumas torcidas organizadas de futebol, onde dentro e fora dos estádios- vide os tristes episódios da última rodada do campeonato brasileiro do ano passado, no Rio e em Curitiba- comportam-se como seres não civilizados.Valentões e machões até o momento em que são identificados, presos e processados em nome da lei e da ordem.<span id="more-1406"></span><br />
A noite de quinta-feira, 14 de janeiro, em que lamentáveis episódios de desordem, arruaça e agressão física, gratuita, ocorreram no Rio e em São Paulo, estão a exigir (urgência urgentíssima) enérgicas e providenciais ações das autoridades competentes. A polícia tem que ser pró-ativa nesse caso. Antecipar-se, através de seu serviço de inteligência, aos fatos. Não se pode esperar que aconteça para reagir. Há que se identificar, o quanto antes, as lideranças e os grupos de desordeiros &#8220;bombados&#8221; que os compõem- muitos ingerem ao mesmo tempo bebida alcoólica e energéticos para criarem coragem e praticarem os atos de vandalismo- sob pena de cada vez mais cidadãos ordeiros se sentirem ameaçados no seu direito de ir e vir em vias públicas, como se já não bastassem os &#8220;bandidos sociais&#8221;, que nos &#8220;bondes do terror&#8221;, com armas de alta destruição, matam policiais e víimas indefesas sem dó e piedade. Vide os casos de violência ocorridos no último fim de semana no Rio.<br />
Em São Paulo, na fatídica noite de 14 de janeiro, um jovem (punk) de 15 anos, depois de espancado (pasmem) foi arrastado num carro por skinheads por cerca de 60 metros. A vítima da covarde agressão sofreu traumatismo craniano, um dos rins foi perfurado, três costelas foram fraturadas e corre o risco de perder a visão do olho direito. O irmão, também adolescente, ao presenciar a horrível cena entrou em estado de choque. Os homicidas em potencial foram presos em seguida. Agora responderão por tentativa de homicídio triplamente qualificado e podem ser condenados por 30 anos pelo bárbaro crime. A meu ver trata-de caso típico de prisão perpétua, pena inexistente pela argumentação da claúsula constitucional &#8220;pétrea&#8221; no benevolente Código Penal Brasileiro. Que me desculpem: pétreo é o direito supremo à vida. Caso tenham bom comportamento no cárcere, ainda que o crime tenha sido hediondo, ao completarem 2/5 de cumprimento da pena, serão beneficiados com a progressão do regime carcerário. Convenhamos é muita misericórdia e benevolência com bandidos que cometem um crime torpe e bárbaro como este.<br />
No Rio, naquela mesma noite, uma rixa entre jovens de classe média, de bairros da Zona Norte, com encontro para o embate (crime virtual) marcado através da INTERNET, levou pânico aos moradores do bairro do Grajaú. No caminho para a &#8220;arena&#8221; depredaram carros e lixeiras e tudo mais que encontravam pela frente. Um adolescente de 15 anos, que nada tinha a ver com o fato, foi tido como rival e espancado. A Polícia Militar conseguiu deter 25 dos integrantes da horda (bando de indisciplinados), sendo 16 menores de idade, não &#8220;inocentes&#8221;, porém inimputáveis perante a lei penal. No máximo sofrerão penas educativas à luz do anacrônico e permissivo Estatuto da Criança e do Adolescente.<br />
Há que se cobrar neste instante também a responsabilidade dos pais. Que tipo de valores sociais estão sendo transmitidos aos filhos? Que sociedade estamos criando para as próximas gerações? Será que a autoafirmação dos jovens de hoje tem por base a quebra de normas de conduta social através da força física? Estaríamos retrocedendo para os tempos de bárbárie? E o papel da escola, como importante agência de formação social? A salutar cultura física, a &#8216;mens sana in corpore sano&#8217; trazida dos gregos, está sendo deturpada para fins de agressividade? A autoestima de jovens está sendo canalizada para atos de violência? E o papel dos meios de comunicação de massa, especialmente a televisão? Até onde também têm a sua dose de responsabilidade? E a questão do uso de drogas lícitas e ilícitas pelos mais jovens? Até que ponto as drogas incentivam tais comportamentos e estimulam a agressividade?<br />
São perguntas que estão a requerer muita reflexão e urgentes respostas. Por enquanto o comportamento social inadequado, de jovens desordeiros, continua a ameaçar gravemente a sociedade. Isso é simplesmente inaceitável. Puna-se com o máximo rigor os arruaceiros selvagens. A complacência dos bons sempre aguça a ousadia dos maus.<br style="clear: both;" /></p>
<p> </p>
<div id="leia_1264219586" style="display: none;"><a onclick="Leia_Mais(1264219586);" href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-admin/#nogo">Leia mais</a></div></p>
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		<title>Minc defende o uso de alternativas energéticas para proteger Caatinga</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 01:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Lisiane Wandscheer
Repórter  da Agência Brasil
Brasília &#8211; O Ministério do Meio Ambiente anunciou hoje (2) os primeiros dados do monitoramento do Bioma Brasileiro da Caatinga. De acordo com o ministro Carlos Minc, o principal fator de desmatamento da Caatinga é o energético, o uso da mata nativa para fazer lenha e carvão.
“Não haverá solução para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lisiane Wandscheer</p>
<p>Repórter  da Agência Brasil<br />
Brasília &#8211; O Ministério do Meio Ambiente anunciou hoje (2) os primeiros dados do monitoramento do Bioma Brasileiro da Caatinga. De acordo com o ministro Carlos Minc, o principal fator de desmatamento da Caatinga é o energético, o uso da mata nativa para fazer lenha e carvão.</p>
<p>“Não haverá solução para a defesa da Caatinga sem mudar a matriz energética, com o uso de energia eólica, de pequenas centrais hidrelétricas e do gás natural”, afirmou o ministro.<span id="more-1404"></span></p>
<p>A taxa anual de desmatamento da Caatinga entre 2002 e 2008 foi de 2.763 quilômetros quadrados (km²), com emissão média de 25 milhões de toneladas de carbono.</p>
<p>Segundo dados do ministério, a maior parte do carvão é usada em siderúrgicas de Minas Gerais e do Espírito Santo, no polo gesseiro e no cerâmico do Nordeste e também em pequenas indústrias que usam lenha e carvão. Outra fonte de desmatamento é a pecuária, principalmente a bovina, que está associada ao corte raso da Caatinga.</p>
<p>O ministro informou que, de amanhã (3) até sexta-feira (5), serão discutidas, simultaneamente em Juazeiro do Norte e em Petrolina (Pernambuco), soluções para combater o desmatamento e investir no uso sustentável da Caatinga.</p>
<p>Entre as medidas que serão defendidas está a criação do Fundo Caatinga, proposto pelo Banco do Nordeste do Brasil, e de um fundo de combate à desertificação, proposto pelo Banco do Brasil.</p>
<p>“Nós pleitearemos que o Fundo de Mudanças Climáticas, que tem R$1 bilhão, assinado pelo presidente Lula no final do ano passado, tenha metade de seu valor destinado ao Nordeste, região que será mais afetada pelas mudanças climáticas”, disse Minc.</p>
<p>A Caatinga é um ecossistema existente apenas no Brasil e abrange os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e da Bahia, além do norte de Minas Gerais, ocupando 11% do território nacional. A flora desse bioma tem 932 tipos de plantas e a fauna, 148 mamíferos e 510 aves.</p>
<p>Leia também:</p>
<p>Caatinga teve 16,57 mil km² desmatados em seis anos</p>
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		<title>Programa Nas Ondas do Rádio promove a cultura de paz entre os jovens</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 01:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Tatiana Félix *
São Paulo &#8211; Adital -
O projeto Educom Rádio nasceu em 2001 na cidade de São Paulo (SP) como uma maneira de promover a cultura de paz e a integração entre alunos, estimulando o protagonismo dos jovens estudantes da rede municipal de ensino. Hoje, a iniciativa se transformou no Programa Nas Ondas do Rádio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tatiana Félix *</p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo &#8211; Adital -<br />
O projeto Educom Rádio nasceu em 2001 na cidade de São Paulo (SP) como uma maneira de promover a cultura de paz e a integração entre alunos, estimulando o protagonismo dos jovens estudantes da rede municipal de ensino. Hoje, a iniciativa se transformou no Programa Nas Ondas do Rádio que agita mais de 110 escolas na cidade. O sucesso da proposta foi tanto que já existe até a Lei Municipal Educom. <span id="more-1401"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
A Lei Educom -  &#8220;Educomunicação Pelas Ondas do Rádio&#8221; &#8211; foi sancionada em 2005 e prevê a Educomunicação como ação de política pública para cidade. &#8220;Com a lei teremos a garantia que o projeto vai continuar na próxima gestão&#8221;, declarou o coordenador geral do programa, professor Carlos Alberto Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">
Ele disse que o programa atua em três focos: entrevistas, informação e prestação de serviços. E, para orientar o trabalho dos alunos do ensino fundamental, os professores passam por constantes capacitações em ferramentas midiáticas.
</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor, com o programa os alunos aprendem a se expressar e a desenvolver uma leitura melhor. &#8220;A rádio escolar é um benefício nas escolas porque dá voz aos alunos e convida os professores a participarem também da produção dos programas. Os alunos aprendem fazendo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele informou que de 2001 a 2004 o projeto era trabalhado apenas na plataforma rádio, já que as escolas receberam kits de rádio com transmissores de baixa freqüência. Mas, a partir de 2005, quando o projeto passou a ser chamado Programa Nas Ondas do Rádio, eles passaram a utilizar as ferramentas disponíveis na internet para ampliar os recursos e chegar a mais lugares. Antes o programa se limitava apenas ao ambiente escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente o material é disponível em formato poadcast no blog do programa e as atividades da turma são publicadas também no Twitter. A partir do programa de rádio, outros trabalhos já surgiram, como o projeto Imprensa Jovem. A ideia nasceu para atender uma necessidade das escolas em interagir com a comunidade, divulgando e informando sobre eventos e atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">O Imprensa Jovem também expandiu e, além dos eventos escolares, os alunos-repórteres, como são chamados, já fazem a cobertura de eventos por toda a cidade. &#8220;O Imprensa Jovem foi um sucesso e já é referência na cidade. Já conseguimos até furos de reportagem&#8221;, comemorou o coordenador. O novo projeto já montou uma agência de notícias e, segundo o professor, a ideia é que cada escola monte sua própria agência.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecer o trabalho destes alunos e o programa é só acessar o blog: <a href="http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com/">http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com</a>.</p>
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		<title>ONGs brasileiras pedem ação do Itamaraty contra caça às baleias</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 20:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Trinta e uma organizações da sociedade civil brasileira, entre elas o Greenpeace, pediram ontem, em uma carta aberta, ao representante do país junto à Comissão Internacional da Baleia (CIB), o diplomata Fábio Vaz Pitaluga, exigindo um posicionamento forte contra a continuidade da matança de baleias na Antártida. Apesar da moratória estabelecida pela comissão em 1986 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Cópia-de-Mae+Filhote2005_11.JPG"><img class="alignleft size-medium wp-image-1397" title="Cópia de Mae+Filhote2005_1" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Cópia-de-Mae+Filhote2005_11-249x300.jpg" alt="Cópia de Mae+Filhote2005_1" width="249" height="300" /></a>Trinta e uma organizações da sociedade civil brasileira, entre elas o Greenpeace, pediram ontem, em uma carta aberta, ao representante do país junto à Comissão Internacional da Baleia (CIB), o diplomata Fábio Vaz Pitaluga, exigindo um posicionamento forte contra a continuidade da matança de baleias na Antártida. Apesar da moratória estabelecida pela comissão em 1986 e da declaração da região como um Santuário Antártico de Baleias em 1994, a caça está em franca escalada sob o pretexto de “captura científica”.O Japão caça baleias na Antártida e, apesar de frequentemente ser condenado pela maioria dos países da CIB, nega-se a parar.<a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Cópia-de-Mae+Filhote2005_1.JPG"></a><span id="more-1395"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil integra um pequeno grupo de negociação, que se reúne há vários meses a portas fechadas e que em tese busca uma saída para acabar com a matança. Porém, informações obtidas pelos ambientalistas dão conta de que, frente à intransigência do Japão, a comissão poderia aceitar a continuidade da caça antártica.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade baleeira do Japão não atende nem a verdadeiros interesses científicos, nem a nenhuma necessidade alimentar da população daquele país, mas sim ao interesse político da JFA, a agência de pesca japonesa, em manobrar subsídios da ordem de milhões de dólares que mantém as atividades baleeiras mesmo na ausência de um mercado interessado na carne.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo de negociação da CIB no qual o Brasil participa deve se reunir novamente no final de janeiro no Havaí para mais uma rodada de negociação com o Japão. “O Brasil precisa manter sua pro atividade na defesa das baleias e defender publicamente o fim da caça”, diz a coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace, Leandra Gonçalves.</p>
<p>Confira a íntegra da carta enviada ao comissário do Brasil na CIB:
</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> Ministro Fábio Vaz Pitaluga</p>
<p style="text-align: justify;"><em>MD. Comissário do Brasil à Comissão Internacional da Baleia</p>
<p>13 de janeiro de 2010<br />
Senhor Comissário,</p>
<p>Cumprimentando-o, as 31 instituições signatárias da presente Carta Aberta desejam expressar sua preocupação com a situação corrente da caça à baleia no hemisfério sul e oferecer considerações referentes ao posicionamento do Brasil enquanto membro ativo das negociações a portas fechadas com o Japão e outros países ora em curso, e que deverão ter continuidade ainda este mês.</p>
<p>A continuação, de parte do Japão, do abuso flagrante do Artigo VIII da Convenção Baleeira de 1946 (que cria a brecha da famigerada caça “científica”) e a continuada violação do Santuário de Baleias do Oceano Austral estão levando não apenas aos atos de violência desmedida como os recentemente registrados na Antártida, com grave ameaça à vida humana E ao ambiente antártico, mas também ao crescente descrédito tanto da CIB como do próprio processo negocial. Cada vez mais se evidencia não apenas o desinteresse do Japão por uma solução diplomática, mas ainda sua atuação<br />
firme no sentido de consolidar a inaceitável apropriação dos recursos representados pelos cetáceos do hemisfério sul de maneira unilateral e arbitrária.</p>
<p>O Brasil, que ao longo das últimas duas décadas, construiu uma política de liderança internacional na conservação dos cetáceos, tanto na CIB como em outros foros, teve também participação proativa e de boa fé em todo o curso do processo de negociação visando encontrar um futuro comum para a CIB, no qual, como condição sine qua non para a acomodação de posições, a truculência dos atos unilaterais, em especial no que tange à caça dita “científica” e à violação de Santuários, fosse abandonada. Para tanto, foram oferecidas ao Japão e demais interessados condições extraordinárias de tolerância para com esses atos deploráveis.</p>
<p>A tolerância, o diálogo e a distensão, que levaram inter alia a um enfraquecimento da posição brasileira e regional, ao não se condenar aberta e firmemente a caça antártica nesta temporada, não estão produzindo quaisquer resultados que se possam considerar aceitáveis. É absolutamente inconcebível que o investimento diplomático feito pelo Brasil e demais países pró-conservação resulte em um acordo que legitime, sob qualquer pretexto, a continuidade da matança de baleias no hemisfério sul.</p>
<p>Uma suposta “redução global” do número de baleias caçadas no presente, sem a garantia do fim da matança antártica e de salvaguardas legais e obrigatórias que restrinjam efetivamente a caça em águas de outras regiões, consiste tão somente em arreglo político que não interessa nem às baleias, nem aos países como o Brasil, onde as garantias para o uso não-letal dos cetáceos no futuro são a chave da gestão adequada do “recurso cetáceos”.</p>
<p></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Permitir a continuidade da matança pelágica agora é abrir as portas para ameaças diretas a nossos interesses regionais no futuro, e a oferta de um “santuário temporário” no Atlântico Sul como atualmente em negociação, ao mesmo tempo em que o Japão segue violando o Santuário Antártico, não serve como compensação aceitável.</p>
<p>Solicitamos, portanto, a Vossa Senhoria, consoante a política brasileira consolidada a favor da conservação dos cetáceos na CIB, NÃO APOIAR, já seja nas negociações secretas nas próximas semanas, na reunião do “Small Working Group” em março próximo ou na próxima Reunião Anual da CIB, quaisquer propostas e/ou iniciativas que não contemplem a CESSAÇÃO DAS ATIVIDADES DE CAÇA À BALEIA NO HEMISFÉRIO SUL. Da mesma forma, solicitamos que o Brasil se posicione contrário à continuação de um processo secreto de negociação, que viola de forma flagrante os princípios de transparência e “accountability” esperados tanto de um organismo multilateral como dos funcionários de governo que ao mesmo assistem.</p>
<p>O Brasil não pode correr o risco de transformar-se, por ação ou omissão, em cúmplice da legitimação da continuidade da matança de baleias em águas internacionais. Confiamos em que a delegação brasileira levará em consideração os comentários supra e atuará de forma a honrar nosso histórico, duramente construído, de liderança conservacionista nesta Comissão que clama por modernidade e não por retrocesso.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>AGÊNCIA COSTEIRA<br />
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>ASSOCIAÇÃO CAATINGA<br />
CENTRO DE CONSERVAÇÃO CETÁCEA – BRASIL<br />
REDE COSTEIRO-MARINHA E HÍDRICA DO BRASIL<br />
CENTRO DE ESTUDOS DO MAR ONDA AZUL<br />
CENTRO GOLFINHO ROTADOR<br />
CONSERVAÇÃO INTERNACIONAL<br />
ECOSUL<br />
FUNDAÇÃO BRASIL CIDADÃO<br />
GLOBAL GARBAGE – PROJETO LIXO MARINHO<br />
GREENPEACE<br />
GRUPO AMBIENTALISTA DA BAHIA<br />
INSTITUTO AMIGOS DA RESERVA DA BIOSFERA DA MATA ATLÂNTICA<br />
INSTITUTO AQUALUNG<br />
INSTITUTO BAÍA DE GUANABARA<br />
INSTITUTO BALEIA JUBARTE<br />
INSTITUTO JUSTIÇA AMBIENTAL<br />
INSTITUTO MAMÍFEROS AQUÁTICOS<br />
INSTITUTO MARAMAR<br />
INSTITUTO PEABIRU<br />
INSTITUTO SEA SHEPHERD BRASIL – GUARDIÕES DO MAR<br />
MATER NATURA – INSTITUTO DE ESTUDOS AMBIENTAIS<br />
REDE DE ONGS DA MATA ATLÂNTICA<br />
MOVIMENTO AMBIENTAL OS VERDES DE TAPES<br />
ORGANIZAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL PRÓ-MAR<br />
PROJETO MIRA-SERRA<br />
REDE BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO AMBIENTAL – REBIA<br />
SOCIEDADE MUNDIAL DE PROTEÇÃO ANIMAL – WSPA<br />
SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SELVAGEM E EDUCAÇÃO AMBIENTAL – SPVS<br />
SÓCIOS DA NATUREZA</em></p>
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		</item>
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		<title>Políticos migram ao Twitter, mas poucos o usam direito</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 20:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Já virou lugar comum dizer que o Twitter terá um papel fundamental na campanha eleitoral brasileira em 2010, repetindo e ampliando o que aconteceu nos Estados Unidos na eleição de Barack Obama. Por conta dessa máxima, os políticos brasileiros migraram em peso para o microblog desde o ano passado. Afora o hype, no entanto, ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já virou lugar comum dizer que o Twitter terá um papel fundamental na campanha eleitoral brasileira em 2010, repetindo e ampliando o que aconteceu nos Estados Unidos na eleição de Barack Obama. Por conta dessa máxima, os políticos brasileiros migraram em peso para o microblog desde o ano passado. Afora o hype, no entanto, ainda são poucos os que sabem usar a ferramenta.<span id="more-1392"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os números são superlativos. Na última sexta, o perfil Twiticos (@twiticos), especializado justamente em seguir os perfis ligados a políticos e a partidos, certificando sua autenticidade, tinha em suas listas mais de 900 políticos cadastrados. Eram 271 deputados federais, 207 perfis ligados a partidos, 131 vereadores, 111 deputados estaduais, 56 senadores, 11 ministros e seis governadores. Um deles está o governador Roberto Requião que todos os dias faz alimentação contando um pouco de suas atrapalhadas no governo local.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Justiça suspende uso de câmaras de bronzeamento</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 19:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[O desembargador Elcio Pinheiro de Castro, presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (RS, SC, PR), acolheu nesta sexta-feira (22) recurso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e suspendeu o uso de câmaras de bronzeamento artificial. A decisão reverte tutela antecipada que tinha sido concedida à Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial (ABBA) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O desembargador Elcio Pinheiro de Castro, presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (RS, SC, PR), acolheu nesta sexta-feira (22) recurso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e suspendeu o uso de câmaras de bronzeamento artificial. A decisão reverte tutela antecipada que tinha sido concedida à Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial (ABBA) e liberava o uso dos equipamentos para fins estéticos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O uso das câmaras foi proibido pela resolução 56/09 da Anvisa. A ABBA entrou com pedido, na Justiça Federal de Porto Alegre (RS), para liberar a atividade para seus associados, alegando que não havia evidências suficientes para considerar a exposição a raios ultravioletas carcinogênica. Em decisão do dia 8 de janeiro, a 4ª Vara Federal da capital concedeu liminar suspendendo o efeito da resolução da Anvisa até o julgamento final do processo.<span id="more-1389"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Ao analisar o recurso da Anvisa no TRF, o desembargador avaliou que a manutenção dos efeitos da liminar implicaria em risco de danos à saúde. A Anvisa argumentou, no processo, que é competente para controlar e fiscalizar produtos e serviços e não ultrapassou suas atribuições legais ao editar a resolução. Pinheiro de Castro concluiu que a Anvisa tem amplo poder de fiscalização e controle de questões relativas à saúde pública e cabe a ela regular práticas consideradas lesivas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O advogado Eugenio Palazzi, que representa a associação, disse que irá apresentar resposta à medida da Anvisa e estudar possíveis recursos. Ele observou que dezenas de processos tramitam com o mesmo conteúdo em várias instâncias do Judiciário e outras ações devem produzir efeito para diferentes autores.</p>
<p style="text-align: justify;">A Associação Brasileira de Bronzeamento alega que a Anvisa não tem legitimidade para proibir uma atividade econômica que não é vetada em lei e não haveria comprovação real de danos à saúde pelo uso dos equipamentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Curitiba faz parceria com supermercados para combater a dengue</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 19:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialnojornalismo.com.br/?p=1385</guid>
		<description><![CDATA[ A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS) e a Associação Paranaense de Supermercados (Apras) assinaram um termo de cooperação técnica para combater a dengue. Segundo a prefeitura, cerca de 300 empresas filiadas à entidade devem se comprometer a verificar itens nas áreas interna e externa que podem acumular água e abrigar criadouros do mosquito Aedes aegypti.
 
Os estabelecimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A<a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/images1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1386" title="images" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/images1.jpg" alt="images" width="176" height="179" /></a> Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS) e a Associação Paranaense de Supermercados (Apras) assinaram um termo de cooperação técnica para combater a dengue. Segundo a prefeitura, cerca de 300 empresas filiadas à entidade devem se comprometer a verificar itens nas áreas interna e externa que podem acumular água e abrigar criadouros do mosquito<em> Aedes aegypti</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Os estabelecimentos devem receber um formulário desenvolvido pela Vigilância Sanitária municipal, com todos os locais que devem ser checados. As lojas foram divididas em onze áreas. As que possuírem outros setores deverão acrescentá-los ao check list e monitorá-los também. <span id="more-1385"></span></p>
<p>Os funcionários responsáveis por cada setor já começaram a receber treinamento. &#8220;É algo muito positivo para as nossas empresas, nossos clientes e nossa cidade&#8221;, avaliou o superintendente da Apras, Valmor Rovaris.</p>
<p>O resultado do monitoramento deve ser repassado à Vigilância Estadual no fim do ano. Os dados devem ser tabulados e, assim, haverá um mapeamento das áreas mais vulneráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
Ainda de acordo com a administração municipal, Curitiba segue sem registrar casos locais de dengue neste ano. Entre os 155 casos suspeitos e notificados à Secretaria Municipal da Saúde, apenas seis foram confirmados. São moradores da cidade que estiveram em Mato Grosso, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Pará.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Paraná faz campanha contra dengue no litoral</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 19:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria da Saúde do Paraná realiza uma campanha contra a dengue, principalmente no litoral do estado. Segundo nota da Agência Estadual de Notícias, do governo paranaense, foram montados postos de informação e, além disso, equipes visitam as residências e distribuem material informativo.
A recomendação é para que as pessoas não esqueçam recipientes com água acumulada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Saúde do Paraná realiza uma campanha contra a dengue, principalmente no litoral do estado. Segundo nota da Agência Estadual de Notícias, do governo paranaense, foram montados postos de informação e, além disso, equipes visitam as residências e distribuem material informativo.<span id="more-1382"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A recomendação é para que as pessoas não esqueçam recipientes com água acumulada ou que possam acumular água. “Muitas pessoas aproveitam para passar as férias no litoral do estado. Apesar de não existir registros de casos na região, a população precisa investir na prevenção, eliminando criadouros do mosquito e retirando recipientes que possam acumular água. Isso deve ser feito durante a temporada e, principalmente, antes do retorno ao município de residência”, disse, por nota, o técnico do Programa Estadual de Controle da Dengue, Ronaldo Trevisan.</p>
<p>A administração estadual diz que quem apresentar dores no corpo e na cabeça e febre alta deve procurar atendimento médico.
</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Na praia central de Guaratuba, a Secretaria Municipal de Saúde preparou um ônibus que dá informações sobre a dengue, doenças sexualmente transmissíveis, aids e nova gripe. Em Pontal do Paraná, há identificação de possíveis focos do mosquito transmissor da doença</p>
<p style="text-align: justify;"> O boletim epidemiológico da dengue, divulgado em dezembro, diz que houve redução de 10% no número de casos confirmados da doença no estado. Até 30 de novembro, foram confirmados 896 casos. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Energia eólica fará parte dos projetos do governo brasileiro</title>
		<link>http://www.socialnojornalismo.com.br/energia-eolica-fara-parte-dos-projetos-do-governo-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 16:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente foi realizado o primeiro leilão exclusivo de energia eólica no Brasil, depois de dois longos anos de expectativa. O volume negociado (1.805 megawatts, mais do que a capacidade de Angra 2) ficou abaixo do que o Brasil necessita e pode oferecer, apesar de ter agradado setores do governo – especialmente aqueles que não se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/images.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1378" title="images" src="http://www.socialnojornalismo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/images.jpg" alt="images" width="211" height="166" /></a>Finalmente foi realizado o primeiro leilão exclusivo de energia eólica no Brasil, depois de dois longos anos de expectativa. O volume negociado (1.805 megawatts, mais do que a capacidade de Angra 2) ficou abaixo do que o Brasil necessita e pode oferecer, apesar de ter agradado setores do governo – especialmente aqueles que não se entusiasmam com energias renováveis.</p>
<p style="text-align: justify;">É, contudo, um avanço onde antes existia um deserto, graças à pressão da sociedade civil por incentivos nesta área. Juntando o leilão e o Proinfa, podemos atingir 3.000 MW em 2012 – dez vezes mais do que tínhamos dois anos atrás.<span id="more-1377"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O volume está dividido em 71 usinas, distribuídas no Rio Grande do Norte (23 usinas), Ceará (21), Bahia (18), Rio Grande do Sul (8) e Sergipe (1), que devem atender às crescentes demandas locais. O resultado saiu depois de quase oito horas e 76 rodadas e satisfez o Ministério de Minas e Energia (MME).<!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">O preço final foi de R$ 148,39/MWh, uma redução de 21,5% em relação ao teto de R$ 189/MWh. Esse valor inicial já era considerado baixo pelos empreendedores (o que, de cara, espantou metade dos interessados). Os R$ 148 remuneram alguns dos que ficaram, mas não a maioria dos projetos, porque não pagam o investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), órgão ligado ao MME, estão previstos investimentos de R$ 9,4 bilhões no setor, para a construção desses parques. Esse montante deve estimular mercados regionais de serviço, com estímulo à geração de emprego e à mão de obra qualificada. Isso demonstra que investir em energia eólica traz benefícios sociais e ambientais, pois não gera gases do efeito estufa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esse leilão é um bom começo, mas ainda é uma gota no oceano. Se pelo menos houvesse um leilão desse tipo por ano, o Brasil chegaria mais perto de aproveitar boa parte do potencial de energia eólica disponível, que é de 143 mil MW”, diz Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energias renováveis. </p>
<p style="text-align: justify;">A recente sinalização do governo de que as eólicas poderiam, a partir de agora, participar de leilões regulares, competindo com empreendimentos das demais fontes energéticas, ainda depende de medidas de renúncia fiscal. A Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) propõe incentivos fiscais para toda a cadeia produtiva, mas o Ministério da Fazenda vem continuamente mexendo nas regras, sem retirar a carga tributária que incide sobre o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">A consolidação de um mercado de energias renováveis consistente só será possível com o estabelecimento de uma Política Nacional para Energias Renováveis, de regras claras e estáveis e de regularidade de contratação de energia. Essa proposta já existe: o projeto de lei 630/2003, redigido pela Comissão Especial de Energias Renováveis, com contribuições do Greenpeace. Atualmente aguarda, sem previsão de data, votação no plenário da Câmara dos Deputados.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projeto do Ministério da Justiça Mulheres da Paz começa nesta segunda-feira</title>
		<link>http://www.socialnojornalismo.com.br/projeto-do-ministerio-da-justica-mulheres-da-paz-comeca-nesta-segunda-feira/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[As atividades do projeto Mulheres da Paz, da Prefeitura de Curitiba e do Ministério da Justiça, começarão na segunda-feira (11), com uma aula inaugural da gestora do projeto, Júlia Cordelini, da Secretaria Municipal da Saúde. A solenidade acontecerá das 14h às 17h no anfiteatro do Colégio Novo Éden, no Bairro Novo.
O projeto Mulheres da Paz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As atividades do projeto Mulheres da Paz, da Prefeitura de Curitiba e do Ministério da Justiça, começarão na segunda-feira (11), com uma aula inaugural da gestora do projeto, Júlia Cordelini, da Secretaria Municipal da Saúde. A solenidade acontecerá das 14h às 17h no anfiteatro do Colégio Novo Éden, no Bairro Novo.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto Mulheres da Paz é um projeto social dentro do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Em Curitiba, é desenvolvido em conjunto pelas secretarias municipais da Saúde e da Defesa Social. As 200 participantes foram escolhidas entre 540 candidatas que passaram por entrevistas individuais, coletivas, e dinâmicas de grupo.<span id="more-1374"></span><br />
 <br />
As Mulheres da Paz são todas moradoras do Sítio Cercado, bairro escolhido com base em indicadores de vulnerabilidade social, e vão atuar na mediação de conflitos e na disseminação da cultura da paz na comunidade.<br />
Todas participarão de um programa de capacitação de 160 horas, que começará na quarta-feira (13), com uma preparação específica para as tarefas que vão realizar na comunidade: como mediação de conflitos, técnicas de abordagem, cidadania, prevenção ao uso de drogas, adolescência, inclusão digital e outros temas. Elas receberão uma bolsa-auxílio mensal de R$ 190 durante os 12 meses do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As Mulheres da Paz atuarão como mediadoras sociais. Vão acompanhar e encaminhar jovens da comunidade próxima de suas residências que estejam sob risco social ou vulnerabilidade à violência&#8221;, explica a Julia Cordelini.<br />
&#8220;Estamos com as melhores expectativas em relação a este projeto. Tivemos uma boa procura de candidatas o que permite selecionar as melhores. Esperamos que elas se tornem excelentes multiplicadoras de segurança comunitária no bairro&#8221;, afirmou o secretário municipal da Defesa Social, Itamar dos Santos.
</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho das Mulheres da Paz será acompanhado por uma equipe profissional multidisciplinar das áreas de psicologia, pedagogia, educação, direito e assistência social. Com o apoio destes profissionais, as mulheres vão dar apoio e encaminhar jovens para o projeto Protejo (proteção de jovens em territórios vulneráveis), uma ação paralela coordenada pela Fundação de Ação Social (FAS), que promoverá atividades para 300 jovens, também do Sítio Cercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aula inaugural do projeto Mulheres da Paz<br />
11 de janeiro<br />
14h às 17h<br />
Colégio Novo Éden &#8211; rua Mandirituba, 1327, Sítio Cercado</strong></p>
]]></content:encoded>
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